Impulsionada por modernos sistemas de gestão (ERP), pelo avanço da Inteligência Artificial, pelos dados em tempo real através de Wearables, pela Internet das Coisas (IoT) e análises mais aprimoradas, uma revolução silenciosa está em andamento no setor de saúde e nos próximos anos mudará fundamentalmente como a assistência médica é prestada e como os resultados são medidos.

Impulsionada por modernos sistemas de gestão (ERP), pelo avanço da Inteligência Artificial, pelos dados em tempo real através de Wearables, pela Internet das Coisas (IoT) e análises mais aprimoradas, uma revolução silenciosa está em andamento no setor de saúde e nos próximos anos mudará fundamentalmente como a assistência médica é prestada e como os resultados são medidos.

O nome disso? Saúde 4.0.

Se olharmos para trás, foram as décadas entre 1970 e 1990 que viram o surgimento dos primeiros sistemas de TI para o setor de saúde. Esse período pode ser chamado de Saúde 1.0. Ao longo da década seguinte, os sistemas de TI para a saúde começaram a ficar em rede e os dados que estavam sendo gerados começaram a se integrar à imagem clínica, dando aos médicos uma perspectiva melhor. Esta foi a Saúde 2.0.

A partir de 2005, assistimos ao desenvolvimento de informações genômicas, surgimento de dispositivos vestíveis e implantáveis. A integração de todos esses dados em rede, viu o surgimento da Saúde 3.0.

O que estamos vendo hoje é o surgimento da Saúde 4.0. É a união de todas essas tecnologias, juntamente com a coleta de dados em tempo real, Internet das Coisas e o maior uso de Inteligência Artificial. O foco na colaboração, coerência e convergência tornará os cuidados de saúde mais preditivos e personalizados.

Não é apenas a quantidade aprimorada de dados que está disponível para os médicos, mas os fatores críticos reais são a capacidade de extrair insights dos dados que estão sendo capturados e a sua portabilidade.

A portabilidade de dados permite que pacientes e médicos acessem a qualquer momento e em qualquer lugar, e a análise aprimorada permite diagnóstico diferencial e respostas médicas que podem ser preditivas, oportunas e inovadoras. A Saúde 4.0 permite que o valor dos dados seja mais consistente e eficaz. Ele pode identificar áreas de melhoria e permitir decisões com mais informações.

O que ele também faz é ajudar a mover todo o setor de saúde de um sistema reativo e focado na taxa de serviço para um sistema baseado em valor, que mede os resultados e garante uma prevenção proativa.

E toda esta tecnologia já está ao alcance das instituições de saúde brasileiras (Hospitais e Clínicas) através de sistemas de gestão em nuvem, com poderosos analíticos e sistemas assistênciais pensados e construídos para serem viabilizadores da Saúde 4.0